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07/04/2014
Sindicalistas agridem estudantes da UFCG que tentavam assistir aulas no campus

Reitoria emite nota pública explicando os fatos que levaram o HU a aderir a EBSERH

Desde a deflagração da greve por parte de sindicalistas contrários a adesão da EBSERH junto ao Hospital Universitário, medida essa que vem sendo tomada em todas as universidades federais do país que detém de HU, milhares de estudantes vem sendo prejudicados com a ausência das atividades acadêmicas. A mobilização tomou seu ápice na última quinta-feira (03/04) quando sindicalistas impediram o acesso dos estudantes ao campus.

Segundo vários estudantes presentes na manifestação, muitos motivos dessas manifestação estão ocultos. “Os que são contra essa adesão dizem que a EBSERH é a privatização dos HUs, mas isso não procede, visto que a EBSERH é uma empresa federal”, revelou um dos estudantes presentes.

“Como estamos em fim de período, muitas atividades que não poderiam ser desmarcadas seriam prejudicadas (provas de 3° estágio, defesa de monografias; teses de mestrado, tese de doutorado, entrevistas de estágios, dentre diversas atividades que não podiam ser canceladas e que nos trariam bastante prejuízos, visto que estávamos a uma semana do fim de período e que não há mais tempo para repor essas atividades”, ressaltou outro estudante.

De acordo o corpo estudantil diante da atitude desse grupo de trancarem os portões da universidade, ferindo o direito de ir e vir da comunidade acadêmica, professores, funcionários e alunos reprovaram as ações desses grupos, composto por no máximo 30 pessoas, então, muitos pularam os portões e muros da universidade no intuito de continuarem suas atividades, quebraram os cadeados e correntes COMPRADOS pelos manifestantes, ou seja os cadeados quebrados não são da UFCG, portanto, não houve depredação do patrimônio público por parte dos que foram contrários a essa paralisação, porém os sindicalistas pixaram paredes de prédios novos da universidade, o que também aumentou a reprovação da comunidade à paralisação.

Segundo os estudantes nenhum universitário de medicina participou da paralisação, visto que deveriam ser os mais interessados, só quem participou foi a Berenice, que é atual diretora do hospital e que perderá o cargo.

Constantemente vem sendo colocado na mídia a opinião de diversos estudantes de medicina e enfermagem e psicologia, que reclamam da má gestão do HU, onde não existe condições dignas de trabalho.

Na oportunidade do fato, a reitoria da UFCG repudiou as agressões dos sindicalistas contra estudantes, professores e funcionários que foram contrários a paralisação e tentaram tão somente entrar no local para assistirem aulas e trabalharem, mas foram recebidos com pedradas, e muita violência por parte dos manifestantes.

Ainda segundo os estudantes essa paralisação provocou revolta em toda a comunidade acadêmica, que se sentiram lesados perante o vandalismo praticado pelos que promoveram a paralisação, tentando contrariar um ato administrativo da Reitoria.

Redação






 
 
 



 

 

 

 

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