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29/06/2017
Greve reduz o atendimento nas clínicas mantidas pela UEPB


Greve reduz em quase 80% o atendimento nas clínicas mantidas pela Universidade Estadual da Paraíba

 A greve de professores e dos técnicos administrativos da Universidade Estadual da Paraíba (UEPB) não afeta apenas os estudantes, que estão sem aulas há mais de 60 dias. As pessoas carentes de Campina Grande e municípios circunvizinhos, que precisam de atendimento nas clínicas mantidas pela instituição estão sem atendimento. Trata-se das clínicas de Odontologia e Fisioterapia.

Na Clínica Odontológica onde a média de atendimento diário é de 30 a 40 pessoas, menos de 10 pacientes estão recebendo assistência desde que a paralisação foi deflagrada há mais de dois meses. Está prejudicado o atendimento básico, como tratamento de canal, extrações e outros procedimentos. De acordo com a professora Nadja Oliveira, Chefe do Departamento de Odontologia, apenas 30% dos serviços essenciais estão sendo mantidos pela Clínica Odontológica, localizada no Campus de Bodocongó. São eles: prevenção do câncer bucal; clínica de pacientes especiais; laboratório de histopatologia; e serviço de prevenção de acidentes perfuro-cortantes.

Estão igualmente mantidas as atividades de pós-graduação (mestrado e doutorado). Em períodos normais de funcionamento, a Clínica de Odontologia da UEPB chega a atender mais de 250 pessoas por mês, podendo chegar a 2.500 por ano. A Unidade é referência em tratamento bucal. Ali são realizados restaurações, serviços de endodontia (tratamento de canal); periodontia (raspagem), cirurgia, ortodontia, dentística e prótese. Este é um dos mais procurados. São igualmente oferecidos atendimentos em odontopediatria (voltados para crianças); e de radiologia, reconhecido como referência em Campina Grande.

Redução de 80% Das 100 pessoas atendidas em média diariamente, na Clínica de Fisioterapia, por causa da greve de docentes e técnicos, apenas 20 estão sendo atendidas, representando uma redução de 80%. A professora Lourdinha Oliveira, coordenadora da Clínica, explicou que apenas os casos mais críticos estão sendo atendidos.

Redação 






 
 
 



 

 

 

 

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