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22/06/2017
Imeq combate fraude eletrônica em postos de combustíveis de CG



Técnicos do Instituto de Metrologia e Qualidade Industrial da Paraíba (ImeqPB) realizaram na manhã de ontem a primeira fiscalização de combate à fraude eletrônica em postos de combustíveis de Campina Grande. O trabalho foi acompanhado por dirigentes do Instituto de Pesos e Medidas de São Paulo, do Instituto Nacional de Metrologia e dos institutos do Piauí e de Roraima. Artur Galdino, superintendente do Imeq-PB, disse que a fraude eletrônica consiste na colocação de um chip na placa mãe da bomba de gasolina para fraudar o consumidor na quantidade de combustível.

“Dessa forma, ele pode estar pagando por 20 litros, enquanto apenas 19 ou 18 litros de gasolina podem estar sendo colocados no tanque do seu veículo”, disse Galdino. A Paraíba é o segundo Estado a adotar esse tipo de medida. O primeiro é São Paulo, onde os técnicos do Imeq fizeram o treinamento.

A ideia é estender a fiscalização ao Estado inteiro. Comprovada a irregularidade, a bomba é lacrada e o proprietário tem prazo de dez dias para regularização. A multa a ser aplicada varia de R$ 100 a R$ 1.500.000,00. “A meta é acabar com a prática adotada pelos postos que estavam vendendo gasolina a menos do que o consumidor pensa que está sendo colocado no tanque do seu veículo”, disse Arlindo Alves, superintendente- adjunto do Instituto de Pesos e Medidas (Ipem) de São Paulo. “A gente tem um trabalho de rotina, mas atende também as denúncias que são feitas por pessoas que vão abastecer seus carros e acham que os postos estão colocando menos do que aquilo que deveria ter sido colocado no veículo. Você pensa que está colocando 20 litros e de repente está colocando 19, um pouco mais ou pouco menos, o que a gente chama de bomba baixa”, falou Arlindo Alves. De acordo com ele, esse tipo de prática estava ocorrendo com frequência em São Paulo. “Mas graças a Deus a gente está exterminando isso", completou.

A fraude que antes era praticada de forma mecânica, ressurge agora com o uso de um chip praticamente imperceptível para o técnico que vai fazer a vistoria sem o uso de equipamentos de maior precisão. Em São Paulo foi desenvolvido um equipamento que é colocado na bomba de gasolina. E mesmo que a bomba seja desligada, será possível detectar se ela está com o chip que é usado para fraudar o consumidor. “A gente desmonta as placas, desmonta os pulses das bombas e leva pro nosso laboratório e lá é possível localizar onde ele foi instalado”.

 

Redação 






 
 
 



 

 

 

 

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