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18/02/2017
Diretor do MP-Procon revela que não há crime no caso Golpe do Fio Preto’



O diretor-geral do Programa Proteção e Defesa do Consumidor (MP-Procon) do Ministério Público da Paraíba (MPPB), o promotor de Justiça, Francisco Glauberto Bezerra disse ontem (17) que não houve a prática de crime, no caso conhecido como ‘Golpe do Fio Preto’, por parte da Energisa.

 

“Se tivesse ocorrido, alguém estaria preso”, afirmou. No âmbito da AL-PB, contudo, os parlamentares que assinaram o pedido de CPI para investigar o caso estão convencidos de que a empresa praticou crime contra os consumidores.

 

Entenda o caso – Movimentações de bastidores já apontam para uma reviravolta no caso do “Fio Preto”, envolvendo a Energisa na Paraíba e que pode deixar a empresa em maus lençóis, inclusive com grande risco de perda no mercado de ações.

 

Chegou a reportagem do portal, ontem (17), a informação de que é aguardado para os próximos dias detalhes do esquema, na Paraíba, que forçava ligações clandestinas em residências de clientes, que não sabiam que estariam sendo “cobaias” de funcionários da própria empresa.

 

Cada ligação clandestina detectada gerava uma multa de R$ 7 mil aos consumidores, e todo esse dinheiro ia direto para os cofres da empresa. O esquema foi descoberto e muitos dos clientes prejudicados chegaram a ser ressarcidos após a divulgação do caso.

 

O crime, no entanto, terminou com um TAC firmado entre a Energisa e o Ministério Público e o pagamento de uma multa no valor de R$ 800 mil, com a maioria do recurso sendo destino a Esma e a Associação do Ministério Público.

 

Redação 






 
 
 



 

 

 

 

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