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29/01/2017
Quatro são presos e um procurado pela Andaime está foragido
Quatro pessoas foram presas e um dos procurados está foragido. Este é o saldo da força-tarefa da Operação Andaime, formada pelo Ministério Público Federal na Paraíba (MPF/PB), Polícia Federal (PF), Controladoria-Geral da União (CGU) e Ministério Público da Paraíba (MPPB) deflagrado ontem em sua quarta fase. Os nomes não foram revelados e o processo, nesta fase, corre em segredo de Justiça.
A imprensa cajazeirense, contudo, informou que mandados foram cumpridos contra os ex-prefeitos Léo Abreu, Carlos Rafael e Carlos Antônio. O advogado de Carlos Rafael, João de Deus Quirino Filho (Joãozinho), chegou a explicar que além da condução coercitiva foi cumprido mandado de busca e apreensão na casa do ex-prefeito. Foram levados “um celular, um cd com fotografias e um computador de uso pessoal”.
Já o médico Leonid Abreu (Léo – sem partido) usou sua página pessoal em uma rede social para explicar a visita de agentes federais ao seu consultório.
Léo explicou que a Polícia Federal foi lhe questionar sobre uma lista de nomes: “Muitos nunca ouvi falar e alguns conhecia. Pessoas investigadas pela Operação Andaime”, escreveu ele.
O ex-gestor disse que foi procurado porque um convênio do Ministério das Cidades com a prefeitura teve continuidade no seu governo de pouco mais de dois anos.
Para o ex-prefeito, o Ministério Público "tentava" entender se ele faria parte de algum “esquema” de construção em prefeitura ou fazia parte parceria "escusa".
“Não encontraram mais do que prontuários médicos. E não vão encontrar, quantas vezes me procurem e onde quer que vão. Sou médico e isso me basta”, desabafou Léo Abreu, acrescentando: “Entre outras razões de não continuar na política e renunciar a prefeitura são por situações como essa”, escreveu o médico.
Equipes da força-tarefa, composta nesta quarta etapa por 12 servidores da CGU e 101 policiais federais, cumpriram 4 prisões preventivas, 12 conduções coercitivas, 22 mandados de busca e apreensão, além do sequestro de diversos bens móveis e imóveis. O mandado de prisão temporária não foi cumprido e o suspeito se encontra foragido.
Essa etapa  da Operação Andaime é resultante da continuidade de outras fases investigativas, destinadas a apurar irregularidades em processos licitatórios e contratações públicas em prefeituras da Paraíba, principalmente no que se refere à fraude de procedimentos licitatórios, desvios de recursos públicos, lavagem de dinheiro por intermédio de empresas “fantasmas”, venda de notas fiscais “frias” e emissão irregular de boletins de medição de obras públicas relacionadas a obras de pavimentação contratadas entre 2008 e 2016 no município de Cajazeiras – em condutas delituosas que persistiram mesmo após deflagração da primeira fase da operação. Essas obras envolveram a alocação de verbas superiores a R$ 27 milhões, majoritariamente oriundas de repasses firmados com o Governo Federal, através dos ministérios das Cidades e do Turismo.

Redação com PF





 
 
 



 

 

 

 

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