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24/11/2016
Câncer de pele matou 89 pessoas em 2015, somente na Paraíba

O câncer de pele tirou a vida de 89 paraibanos em 2015. Este ano, de janeiro a outubro, o melanoma que é o mais letal câncer de pele, já levou a óbito 59 paraibanos. Os dados são da Secretaria de Saúde do Estado. E para estimular a prevenção dessa doença, a Sociedade Brasileira de Dermatologia estará realizando neste sábado (26), o Dia C – Dia Nacional de Combate ao Câncer de Pele.

Na Paraíba, das 8h às 13h, dezenas de dermatologistas estarão avaliando lesões suspeitas de câncer de pele em João Pessoa: no Hospital Universitário Lauro Wanderley e no Hospital São Vicente de Paula, e em Campina Grande: no Hospital Universitário Alcides Carneiro.

Na verdade, a maioria dos cânceres da pele está relacionada à exposição ao sol, por isso todo cuidado é pouco. Ao sair ao ar livre procure ficar na sombra, principalmente no horário entre as 10h e 16h, quando a radiação UVB é mais intensa. Use sempre protetor solar com fator de proteção solar (FPS) de 30 ou maior. O número de casos de câncer de pele vem aumentando em praticamente todo o mundo. Esse crescimento segundo informações do Instituto Nacional do Câncer (Inca), se dá em razão ao aumento da intensidade da radiação solar, pelo defeito da camada de ozônio, por as pessoas se bronzearem com mais frequência, e também pelo uso inadequado de medidas de proteção.

O câncer de pele leva 20 anos ou mais para se manifestar, por isso os idosos são as maiores vítimas. Em caso de suspeita de doença na pele, como vermelhidão, manchas ou ferida, deve-se procurar o atendimento básico de saúde familiar mais próximo. Todos os casos devem ser avaliados para direcionamento adequado, prescrição, tratamento e acompanhamento.

Tratamento

O tratamento é cirúrgico na maioria das vezes ou através da destruição das lesões por radioterapia ou criocirurgia com nitrogênio líquido. Quanto antes a lesão for retirada, maior a chance de se curar a doença e de se evitar a disseminação de células cancerosas para outros órgãos (metástases), muito rara nos casos de carcinoma basocelular mas muito frequente nos casos de melanomas não tratados. Por isso, se você tem uma lesão suspeita, procure um dermatologista. Não tenha medo do diagnóstico. Ele salva vidas. O câncer da pele pode e deve ser tratado e o diagnóstico precoce é muito importante para se obter a cura.

Redação com SES






 
 
 



 

 

 

 

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