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14/09/2016
Saúde divulga novo boletim da dengue, zika e chikungunya
A Secretaria de Estado da Saúde (SES-PB) divulgou, ontem (13), o novo boletim da dengue, zika e chikungunya. De acordo com os dados, de 1º janeiro a 28 de agosto de 2016 (34ª semana epidemiológica de início de sintomas) foram notificados 35.588 casos prováveis de dengue. Em 2015, no mesmo período (até 34ª SE), registrou-se 18.650 casos, evidenciando um aumento de 90,82%. Observa-se que o pico do aumento dos casos ocorreu no mês de março, entretanto, a partir de maio começou a redução dos casos.


“Dos 223 municípios do Estado, 219 registraram a ocorrência de casos suspeitos de dengue no sistema até o momento, restando ainda quatro municípios sem nenhuma notificação. É importante evidenciar que sinalizar a possibilidade de casos suspeitos é uma forma de manter todas as equipes de vigilância e assistência atentas para o agravo, o que contribui para o desencadear das demais ações de vigilância epidemiológica e ambiental necessárias para o controle da doença em seu território”, alertou a gerente operacional de Vigilância Epidemiológica da SES-PB, Izabel Sarmento.


De acordo com o boletim, foram registrados 4.205 casos suspeitos do vírus Zika, um aumento de 298 casos nas últimas duas semanas. Atualmente, na Paraíba, existem três unidades Sentinelas do Zika vírus implantadas para identificação da circulação viral nos municípios de Bayeux, Campina Grande e Monteiro, conforme recomendação do Ministério da Saúde, entretanto o número de coletas nessas unidades tem sido reduzido.


Quanto às notificações de suspeita de chikungunya, no período de 1º de janeiro a 28 de agosto de 2016, foram registrados 17.664 casos suspeitos, ou seja, um acréscimo de 2.030 casos nas duas últimas semanas epidemiológicas. “Ressaltando que a confirmação laboratorial do primeiro caso de chikungunya ocorreu no município de Monteiro de 2016, ou seja, estando a população suscetível ao adoecimento. Observa-se o pico de casos entre a 13ª e a 20ª semana, correspondente ao 2º trimestre, o que coincide ao período de maior volume pluviométrico e de umidade no ar, favorecendo a proliferação do mosquito”, explicou Izabel.


Até a 34ª semana, foram registrados 103 óbitos suspeitos por arboviroses, devido ao trabalho realizado pela vigilância epidemiológica após busca ativa nos sistemas de informações, mídias e serviços de saúde. “É importante frisar que dos 11 óbitos confirmados por chikungunya, destaca-se a I Gerência Regional de Saúde com a maioria deles (11), sendo cinco em João Pessoa, um em Bayeux e um em Cabedelo. A estratégia mais efetiva para evitar os óbitos causados pela dengue, zika e chikungunya é a detecção precoce dos casos suspeitos combinado com o manejo adequado do paciente, de acordo com o agravo”, enfatizou a gerente operacional.


Secom





 
 
 



 

 

 

 

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